Aviação WWII

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Bf-109 E-3 Special Hooby/Eduard, Profipack, 1/72

O Avião O Bf 109 E-3 tinha o armamento mais pesado já usado durante o desenvolvimento do tipo. O “Motorkanone” foi mantido na versão E-3, que também manteve dois MG 17s. Além disso, dois canhões MG FF foram reinstalados na asa. No entanto, devido às vibrações causadas pelo disparo, o “Motorkanone” era frequentemente removido pelas

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Bf 109G-10 Mtt Regensburg “Profipack” – 1/48 – Eduard # 82119

Introdução Por volta de 1944 o projeto do Bf-109, esteio da Luftwaffe, havia alvançado o seu pleno potencial e começava a apresentar sinais cada vez mais claros de obsolescência. Mas não havia mais recursos no Reich para iniciar um novo projeto para complementar o FW-190 e substituir o 109, pelo menos em termos quantitativos. Os

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P-51 D-10 Eduard, Weekend, 1/48

O avião Depois que os problemas de estabilidade longitudinal no D-5 foram resolvidos, com a adição da barbatana dorsal, a série D-10 recebeu sua aparência final de fábrica, que diferia ligeiramente das modificações de campo que usavam os kits fornecidos. A capota deslizante recebeu uma alça de abertura modificada e foram utilizadas capotas com formatos

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A6M3 Zero Type 32 “Profipack” – 1/48 – Eduard # 82213

O kit Em 1942, a Mitsubishi iniciou a produção em massa de Zeros com um motor Sakae 21 e compressor de dois estágios, fornecendo até 1.130 cv. O motor mais pesado exigia modificações na carenagem do motor e a fuselagem teve que ser encurtada, assim como a envergadura. A versão modificada foi designada A6M3 Type

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Spitfire IXc, Eduard, 1/72

O Avião O design do Mk.IXc se desenvolveu durante a produção em diversas áreas, como na asa “universal” do tipo C que  foi projetada para acomodar até quatro canhões de 20 mm. As grandes bolhas que permitiam tal instalação foram mantidas, mas o armamento dos quatro canhões provou ser bastante pesado para o Spitfire, então

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Bf-110 G-4, Eduard, 1/72, Weekend

O Avião A versão Bf 110F provavelmente teria sido o último estágio evolutivo de um projeto que estava ficando obsoleto na época, se o sucessor, o Me 210, tivesse sido bem-sucedido. Mas o oposto era verdadeiro. O Me 210 foi uma decepção e assim o desenvolvimento do Bf 110 continuou. A nova versão, designada G,

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Fw 190A-8 1/48 “Weekend” – Eduard # 84116

O FW 190A-8 O FW 190 dispensa apresentações. Basta lembrar que os projetos da última geração de caças aliados com motor a pistão (notadamente os Hawker Fury / Sea Fury e Grummann F8F Bearcat) foi fortemente influenciada pelo avião que causou um verdadeiro terror quando surgiu nos céus do Front Ocidental em 1941. O A-8

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F6F-5N, Eduard, 1/72

 O F6F-5 apresentava várias melhorias em relação ao F6F-3 anterior. O motor R-2800-10W mais potente, com sistema de injeção de água, foi a principal mudança técnica. A tampa do motor foi ligeiramente remodelada, pois tinha uma área protuberante ao redor dos escapamentos, abaixo das abas de regulação de resfriamento no F6F-3, enquanto o F6F-5 não

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BF 109G-14 “PROFIPACK” – 1/48 – EDUARD # 82118

Introdução O Messerchmitt Bf 109 formou a espinha dorsal da força de caças da Luftwaffe na II Guerra Mundial. Concebido no início dos anos 30 como um dos (senão o mais) moderno avião de combate do mundo, o projeto já apresentava sinais de esgotamento nos últimos anos da II Guerra. Para complicar mais as coisas,

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P-51 B Mustang, Arma Hobby, 1/72

No total, foram construídos 3.738 Mustangs B e C. Destes, 900 foram entregues à RAF, as Forças Aéreas Polonesas na Grã-Bretanha, a RAAF, a RACF e a França Livre, que os operaram como Mustang Mk Ill. As modificações feitas pelos britânicos incluíram uma carenagem aprimorada do cockpit, conhecida como capota Malcolm que também foi implementada

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