Batalha do Mar de Coral - Análise parte 3
Escrito por Sidnei Eduardo Maneta   
Qui, 04 de Abril de 2013 00:00

Em maio, no Mar de Coral, a força aérea naval japonesa encontrou seu adversário. As estratégias e as operações que levaram os japoneses a enfrentar esta oposição não nos interessam aqui, em todo caso, têm sido bem discutidas em outros estudos.

Mas o que está claro é que na época da batalha no Mar de Coral, os pilotos dos porta-aviões americanos já estavam aprendendo como lidar com os métodos de combate aéreo de seu inimigo. Enquanto as táticas japonesas de ataque contra navios continuavam a provar sua eficiência, como ficou demonstrado pela destruição do USS Lexington, os pilotos americanos de caça sabiam como lidar com o caça “Zero” e aprenderam como lutar em seus próprios termos – fazendo mergulhos em ataques do tipo atire-e-corra (hit-and-run) de uma altitude superior ao invés de realizar combates aéreos próximos tentando enquadrar em sua mira o leme dos caças japoneses. Este tipo de combate aéreo era a especialidade dos pilotos japoneses.

O resultado foi que os japoneses perderam cerca de sessenta e nove aviões e noventa pilotos e outros aviadores em adição do porta-aviões leve IJN Shoho. As baixas em aviadores do porta-aviões de frota IJN Zuikaku foram de tal monta que sobrou tripulações insuficientes para participar da próxima missão contra Midway no mês seguinte, uma vez que esta reposição levaria meses para ser treinada.

BIBLIOGRAFIA:
Livro Sunburst: The Rise of Japanese Naval Air Power, 1909-1941, by Mark R. Peattie, year 2007

TRADUÇÃO: Sidnei Eduardo Maneta (Japonês)

 
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