ORP Podhalanin - Mirage 1/350
Escrito por Ricardo P-40   
Seg, 22 de Julho de 2013 00:00

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ORP Podhalanin – Mirage 1/350

Kit Nº 350506

 

Histórico

A Evolução dos Barcos Torpedeiros

O conceito básico de um barco torpedeiro é de que esta seja uma embarcação pequena e rápida, capaz de lançar torpedos contra navios de maior porte.

Os primeiros barcos torpedeiros concebidos, atacavam seus alvos abalroando-os com cargas de explosivo presas no extremo de uma haste, os quais se constituíram nos primeiros torpedos funcionais utilizados contra outras embarcações. 

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Os barcos torpedeiros, armados com torpedos de haste, foram empregues pela primeira vez pelos Confederados durante a Guerra Civil Americana. Na prática esses eram barcos pequenos movidos a vapor, com uma haste com um arpão na ponta onde era fixada a carga explosiva. A tática empregada era abalroar a embarcação inimiga de forma fixar a carga explosiva ao casco dela com o arpão. Logo após o torpedeiro se afastava para uma distancia segura e detonava a carga através de uma corda presa a um gatilho detonador. Posteriormente a União também desenvolveu seus próprios torpedeiros com torpedos de haste. Embora essas embarcações não tenham obtido muito sucesso no conflito, elas lançaram as bases do conceito dos barcos torpedeiros.

O torpedo autopropulsado, tal como hoje é conhecido, foi inventado em 1860 pelo croata Ivan Braz Lupiz, oficial da Marinha do Império Autro-Hungaro e posteriormente aperfeiçoado em conjunto com o engenheiro inglês Robert Whitehead, sendo apresentado oficialmente em 1866.

A partir de 1880 os navios a vela e de madeira foram definitivamente substituídos pelos couraçados. Estes na época eram grandes navios a vapor, pesadamente armados e protegidos por uma forte blindagem. O elevado peso destes navios os tornava demasiado lentos, porém sua blindagem só podia ser penetrada por projeteis disparados de peças de grande calibre, que por sua vez tinham uma cadência de tiro muito baixa.

A introdução do torpedo autopropulsado provocou o aparecimento de uma arma que poderia danificar seriamente ou, mesmo, afundar, qualquer couraçado. O torpedo permitiu, assim, o desenvolvimento de um tipo de embarcação, pequena e rápida, que poderia atacar um couraçado, a um custo reduzido.

A primeira embarcação projetada, para disparar um torpedo autopropulsado foi o HMS Lightning, lançado em 1877, pela Royal Navy.

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No final do século XIX, muitas marinhas começaram a incorporar barcos torpedeiros, de cerca de 30 m a 50 m de comprimento, armadas com até três lançadores de torpedos e com armas ligeiras. Estes eram movidos a vapor, atingindo uma velocidade de 20 a 30 nós. Eram embarcações, relativamente, baratas, que poderiam ser produzidas em grande quantidade, permitindo um ataque em massa a esquadras de grandes navios. A perda, hipotética, de uma flotilha inteira de torpedeiros, seria mais do que compensada pelo afundamento de um único couraçado principal inimigo.

 O primeiro lançamento, registrado, do uso de torpedos autopropulsados numa ação real de combate, ocorreu a 16 de janeiro de 1877, quando torpedeiros russos, lançados de um porta-torpedeiros, às ordens do almirante Stepan Makarov, atacaram o navio turco Intibah no decurso da Guerra Russo-Turca de 1877-1878.

 Já o primeiro afundamento de um navio importante, por um torpedeiro, ocorreu na noite de 23 de abril de 1891, durante a Guerra Civil Chilena, quando o couraçado constitucionalista Blanco Encalada, estando ancorado, foi atingido por um torpedo lançado pelo torpedeiro presidencialista Almirante Lynch, afundando com a sua tripulação de 300 homens, em poucos minutos.

 Durante a Primeira Guerra Mundial os torpedeiros seriam responsáveis pelo afundamento do couraçado britânico HMS Goliath e dos couraçados austro-húngaros SMS Wien e SMS Szent Istvan.

 

Os A-Boot

Os torpedeiros costeiros das classes A-I a A-III, mais conhecidos como A-Boots, eram um tipo de torpedeiro alemão projetado especialmente para uso na região de Flandres durante a Primeira Guerra Mundial. Estes eram muito menores que as classes dos grandes barcos torpedeiros que atuavam no Mar do Norte, os Großen Torpedobooten. Esses barcos também eram usados como lança-minas ligeiros e também como escolta, mesmo apesar do seu armamento leve e das dimensões reduzidas. Tendo uma velocidade entre 20 a 25 nós, tinham ainda uma certa capacidade de atuar ofensivamente como torpedeiros. De fato esses barcos foram projetados visando a defesa costeira e podem ser considerados como os ancestrais dos torpedeiros a motor de alta velocidade atuais. Da primeira série, foram construídos 25 barcos em 1916 e das segunda e terceira séries mais 66 barcos até 1918. Ao todo, foram encomendados 113 desses barcos, dos quais 91 foram entregues e postos em operação até 1918, conforme as classes abaixo.

 

Classe A-I (1914)

Esses barcos foram uma reedição atualizada dos pequenos torpedeiros da classe S (S 32 a S 41) de 1886. Esses barcos da classe A-I (A 1 a A 25) entraram em serviço entre 29 de janeiro e 15 de outubro de 1915. Quinze deles, incluindo o A 20, foram desmontados, transportados por via férrea até a Bélgica ocupada e lá foram remontados para  operarem em Flandres. Os dez restantes permaneceram na função de detecção e proteção costeira. Devido a construção inadequada, seus tubos lança torpedos se mostraram problemáticos e as embarcações dessa série acabaram relegados apenas a detecção e outras tarefas defensivas. O A 20 e outros 12 barcos acabaram internados na Holanda ao final da Primeira Guerra. Com a invasão de 1940, retornaram as mãos dos alemães para serem finalmente desmanchados em 1948 em Wilhelmshaven junto com outros despojos de guerra.

 

Classe A-II (1915)

Em virtude dos barcos da classe inicial terem se mostrado problemáticos na execução de suas tarefas, desistiu-se da construção de unidades adicionais daquela classe. Para suprir a demanda, optou-se então por adaptar o desenho dos barcos da Classe Sirio construídos pelo Estaleiro Schichau para a marinha italiana em 1905. Inicialmente foram construídos os barcos A 26 a A 49 da classe A-II no Estaleiro de Schichau de Elbing, posteriormente foram incluídos ainda na classe os barcos A 50 a A 55, também construídos em Elbing. Em comparação com a Classe A-I, os barcos dessa classe eram mais velozes e tinham uma capacidade um pouco melhor de navegação oceânica.

 

Classe A-III (1916)

Com o decorrer da guerra, percebeu-se que os barcos das classes A-I e A-II ainda não tinham um desempenho totalmente satisfatório. Para solucionar o problema, recorreu-se ao desenho do torpedeiro Tumleren, construído pelo estaleiro Schichau para a Marinha Dinamarquesa em 1910. Esse novo projeto era dotado de dois eixos, tal como eram os grandes torpedeiros que atuavam no Mar do Norte, o que resultou num desempenho muito superior ao das duas classes anteriores. Eles eram mais manobráveis e se mostraram muito mais aptos as operações oceânicas. Inicialmente foram construídos 12 barcos de A 56 a A 67 e posteriormente uma segunda encomenda composta dos barcos de A 80 a A 91 no estaleiro Vulcan em Stettin. Já os barcos de A 68 a A 79 e A 92 a A 95 foram feitos no estaleiro de Schichau.  Muitos dos barcos dessa classe se perderam devido a choques com minas durante a guerra e a maioria dos sobreviventes foram distribuídos ao final da guerra as nações aliadas, conforme a seguir:

A 59 – Polonia (Re-batizado ORP Szalak (SK), permaneceu em operação até 1937)

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A 64 – Polonia (Re-batizado ORP Krakowiak (KR), permaneceu em operação até 1936)

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A 65 – Brasil (Desmanchado em 1922 na Inglaterra)

A 66 – França (Desmanchado em 1923)

A 68 – Polonia (Re-batizado ORP Kujawiak (KW), permaneceu em operação até 1937)

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A 70 – Japão (Desmanchado no início dos anos 20)

A 74 – Brasil (Desmanchado na Inglaterra em 1922)

A 75 – França (Desmanchado em 1922)

A 76 – França (Desmanchado em 1922)

A 78 – Brasil (Desmanchado na Inglaterra em 1922)

A 80 – Polonia (Re-batizado originalmente ORP Gorál e depois ORP Podhalanin (PH), permaneceu em operação até 1938)

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A 81 – Brasil (Desmanchado na Inglaterra em 1922)

A 86 – França (Desmanchado em 1923)

A 87 – Brasil (Desmanchado na Inglaterra em 1922)

A 92 – Brasil (Desmanchado na Inglaterra em 1922)

Como se pode ver somente os quatro navios da classe cedidos a Polônia permaneceram em serviço ativo até a segunda metade dos anos 30. O Brasil também recebeu seis navios da classe a título de indenização de guerra, mas aparentemente esses nem chegaram a vir para cá, já que todos foram desmanchados na Inglaterra em 1922.

 

O ORP Podhalanin

O Podhalanin foi construído em 1917 como um dos torpedeiros costeiros da Classe A-III para a Marinha Imperial Alemã (Kaiserlich Marine) pelo estaleiro A.G. Vulcan de Stettin, recebendo inicialmente a designação A 80. Ao contrário dos outros barcos da Classe A-III, o A 80 foi o único que não recebeu tubos lança torpedos, sendo montado em seu lugar um terceiro canhão de 88mm. Com essa configuração, foi enviado para Flandres com a missão de auxiliar na defesa costeira. Com o final da Primeira Guerra o A 80 foi internado na base naval britânica em Rosyth.

Em 1918 a Polônia readquiriu a sua independência e o A 80 junto com outros 5 ex torpedeiros alemães(*), foram cedidos pelos ingleses para a formação da nova Marinha Polonesa em 1919. Após alguns reparos em Rosyth, finalmente em 1921 ele foi incorporado a Marinha Polonesa, inicialmente com o nome de ORP Góral. 

 

Em 1922, o navio passou por nova reforma onde dois dos canhões alemães de 88mm foram substituídos por canhões Schneider franceses de 75mm e o terceiro canhão deu lugar a um par de tubos lança torpedos,. O navio foi então rebatizado como ORP Podhalanin, recebendo o código PH pintado na proa. No entanto, devido a falta de verbas, o navio só foi recomissionado em 1924, passando a desempenhar diversas funções até 1938, principalmente as de adestramento de novas tripulações. Tendo sido retirado de serviço como navio de combate em 1938, desempenhou diversas tarefas auxiliares tais como navio tanque de estocagem óleo.

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 O canhão Schneider de 75mm da proa do Podhalanin em ação durante um treinamento.

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Em 1939 um desses canhões (eventualmente do próprio Podhalanin) foi capturado pelos alemães em um vagão de trem em Kartuzy

Em 1939, o Podhalanin sobreviveu ao ataque alemão quando estava ancorado na Baia de Puck, próximo a Gdansk. Antes da rendição foi afundado pelos próprios poloneses como parte do bloqueio ao porto. Posteriormente foi recuperado pelos alemães que o desmantelaram em 1941 no Arsenal Naval de Gdansk. 

(*) Três deles eram da Classe A-III e os outros dois eram os Großen Torpedoboot V-105 e V-108, que receberam respectivamente as designações ORP Mazur e ORP Kaszub na Marinha Polonesa. Curiosamente o V-105 juntamente com o V-106 faziam parte do espólio de guerra do Brasil. Ambos foram vendidos a uma empresa privada que sucateou o V-106 para recuperar o V-105 antes de repassá-lo aos poloneses. Já o V-108  era desde o início parte do espólio polonês. O ORP Kaszub afundou após a explosão da caldeira em 1925 e o ORP  Mazur foi afundado por Stukas durante a invasão alemã em 1939.

Infelizmente as fotos dos navios da Classe A-III durante a Primeira Guerra são bastante raras, sendo essas duas algumas das poucas conhecidas.

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A maioria das fotos dos navios da classe existentes são dos quatro que permaneceram em serviço na Polônia até os anos 30, conforme a seguir.

ORP Krakowiak

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O ORP Kujawiak com uma camuflagem experimental no final dos anos 30

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O ORP Slazak em Danzig em 18 de setembro de 1936

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O KIT

O kit é composto por cerca de 100 peças injetadas em plástico cinza médio de boa qualidade distribuídas em dois galhos. A injeção é muito boa, com muito poucas rebarbas nas peças e sem marcas de injeção em locais indesejáveis. A moldagem das peças é bastante razoável, num nível próximo ao dos primeiros kits da Trumpeter. A maioria das peças menores é aproveitável, necessitando apenas algumas poucas serem substituídas ou complementadas por photoetches.

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No galho principal estão as duas metades do casco, as duas metades do convés, partes que compõem a superestrutura, a maioria dos itens sobre o convés, como âncoras, botes salva-vidas, mastros, guindastes, etc. e a base expositora. 

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As principais observações aqui são: A ausência de marcação da linha d’água, o que complica o corte para os que pretendam uma montagem do tipo waterline. E no convés eu percebi a ausência de dois trilhos que partiam das laterais, logo após a ponte, indo até o lançador de cargas de profundidade ou de minas da popa. Aparentemente esses trilhos  eram justamente para o uso de carrinhos de transporte das minas ou cargas. Não estou certo se eles já existiam  durante a WWI, pois em um desenho do convés do A 86, publicado em um livro russo, eles não aparecem. Porém podem ser vistos em uma foto de um exercício com metralhadoras anti-aéreas Maxim a bordo do Podhalanin e em uma planta polonesa do mesmo. O que sugere que talvez possam ter sido uma adição posterior feita pelos poloneses.

 

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Também observa-se que algumas das peças do galho pertencem as versões alemãs da WWI, como é o caso do par de canhões de 88mm (Peças 84).

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O segundo galho traz o par de canhões Schneider de 75mm (peças 23), os tubos lança torpedos e algumas outras peças a serem montadas na superestrutura. Como os lança torpedos do Podhalanin foram instalados após a WWI pelos poloneses, não sei se há alguma diferença destes para os usados nas versões alemães.

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O decalque fornecido é impresso em um filme fino de boa qualidade, assim como a impressão também é bem centralizada. As marcações correspondem as que podem ser vistas nas fotos conhecidas do Podhalanim.

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O folheto de instrução é impresso em papel de excelente qualidade, com uma impressão bastante nítida. Na primeira folha traz um resumo histórico do Podhalanin em polonês e inglês, assim como dados técnicos sobre o mesmo. Como também, algumas informações sobre o preparo do modelo para a pintura e outras dicas sobre detalhes que podem ser adicionados, como a balaustrada e redes de coleta de cartuchos vazios.

Uma mudança importante no padrão de instruções da Mirage, foi a adição nas instruções de pintura do código RAL das cores usadas e os seus correspondentes entre as tintas da Vallejo. Antes as instruções da Mirage traziam apenas uma menção vaga a tonalidade da cor. 

Nas páginas centrais, encontram-se os diagramas de montagem, divididos em 8 etapas. Os desenhos são bastante compreensíveis, havendo apenas algumas poucas observações em polonês e inglês, não devendo, portanto, causar maiores dificuldades. Na última folha há um conjunto de imagens mostrando a aparência final do modelo montado em várias posições que deverão ajudar a sanar eventuais dúvidas.

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Acompanha ainda um folheto impresso a cores mostrando a pintura e marcações de ambos os lados do navio. Infelizmente não há uma vista superior completa, o que pode dar margem a dúvidas quanto a pintura de algumas das partes superiores. Esse folheto traz ainda um diagrama básico do rigging do navio.

CONCLUSÕES

Talvez muito mais do que por conta dessa primeira versão da marinha polonesa, o lançamento desse kit causou grande interesse na comunidade modelística por ser o primeiro Torpedoboot injetado nessa escala. Como também por ser um dos poucos a representar um navio alemão da WWI na escala 1/350, um tema cujo interesse vem aumentando cada vez mais entre os modelistas. A Mirage já está anunciando para breve o A 86 nas cores da Kaiserlich Marine e no catálogo da Mirage já estão previstos o ORP Krakowiak e o A 80, que na verdade é o próprio Podhalanin ainda durante a Primeira Guerra. Lembrando ainda que essas versões alemães podem também vir a ser um excelente acompanhante para algum dos couraçados da classe König da ICM em um diorama.

Embora o kit não tenha o mesmo requinte de um Dragon, Tamiya ou AFV Club, é uma base de trabalho bastante sâ que precisa ser apenas complementada por um bom set de photoetches.  Lembrando ainda que esse era um navio muito pequeno, ficando o kit depois de montado com cerca de 17cm, dois centímetros a menos do que o um submarino Type VII na mesma escala. O kit é bastante simples e não deve causar maiores dificuldades na sua montagem, sendo um excelente projeto para ser executado em poucos dias.

Essa versão polonesa, embora historicamente pouco atraente para muitos, é bastante interessante pelas suas cores e representa bem um período bastante crítico para a renascente nação polonesa nos anos 20 e 30 entre a independência e a invasão russo-alemã.

Essa foi sem dúvida uma excelente e oportuna iniciativa da Mirage, que ao mesmo tempo presta homenagem a um dos primeiros navios da marinha de seu próprio país no período pós-independência, como também permite representar uma classe importante de embarcações da Primeira Guerra totalmente esquecida pelos fabricantes.

Portanto altamente recomendável para aqueles que têm interesse pela história naval da Primeira Guerra, como também para aqueles que buscam um tema fora do convencional para representar.

 

 

 

 

 
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