HMS "Anchusa" - Mirage 1/350
Escrito por Ricardo P-40   
Sex, 05 de Abril de 2013 00:00

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HMS "Anchusa" - Flower-Class Corvette (K186)

Kit: Serie 8 - 350801 - Mirage 1/350 

A Classe Flower

A Classe de Corvetas Flower (tambem conhecida como Classe Gladiolus), foi uma classe de 267 embarcações usadas durante a Segunda Guerra principalmente pelas Marinhas Aliadas na função de escolta anti-submarina de comboios. O nome “Flower” é uma referência ao fato da Royal Navy ter batizado todos os navios da classe com o nome de flores. Porém como é costume batizar a classe com o nome do primeiro navio incorporado, o nome do HMS Gladiolus seria o mais apropriado para a mesma.

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HMS Gladiolus (K34)

Nos meses que antecederam a Segunda Guerra Mundial, a Royal Navy percebeu a necessidade de retornar ao conceito de usar pequenas embarcações que pudessem escoltar os comboios contra a ação de submarinos. Decidiu-se então tomar por modelo o desenho do navio baleeiro Southern Pride, devido os baleeiros serem navios pequenos, porém com uma grande capacidade de enfrentar as condições adversas da navegação em alto-mar. Embora a designação “Corveta” tivesse sido abolida da Royal Navy em 1877 e as Flowers muito pouco tivessem em comum com as características das corvetas de até o século XIX, aparentemente a designação foi reintroduzido na classe por insistência direta de Winston Churchill.

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 A HMS Bergamot (K189)

A maioria dos navios da classe foi empregue na Royal Navy e na Royal Canadian Navy durante a Segunda Guerra. Porém algumas das Flowers construídas no Canadá foram transferidas para a U.S. Navy como parte do Programa de Empréstimos e Arrendamento, sendo que muitas dessas foram incorporadas a Guarda Costeira. Nos EUA as Flowers receberam a designação de Classe Action de Barcos Patrulha. Já outras Flowers serviram a Marinha Francesa Livre,  a Marinha Real Holandesa, a Marinha Real da Noruega, a Marinha Real Grega, a Marinha Real Indiana, a Marinha Real da Nova Zelandia e no imediato pós guerra a Marinha da África do Sul. Após a Segunda Guerra, várias Flowers serviram em diversas outras marinhas pelo mundo. Hoje a única Flower sobrevivente é a HMCS Sackville, que se encontra preservada como museu no Canadá.

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HMCS Sackville (K181)

Houve dois grupos distintos de navios dentro da classe: O primeiro refere-se a um grupo de 225 embarcações que foram encomendadas entre 1939 e 1940 que são conhecidos como Classe Flower Original. E o segundo é formado por 69 embarcações encomendadas a partir de 1940, as quais eram ligeiramente maiores e melhor armadas, e que ficaram conhecidas como Classe Flower Modificada. Os navios da Classe Flower em geral, eram lentos para navios de guerra, com uma velocidade máxima de 16 nós. Como também eram pouco armados, porém o suficiente para a luta contra submarinos. A maior parte dos navios da classe original era dotado com equipamento para varredura de minas, já os da classe modificada tinham uma pequena capacidade de defesa antiaérea. Havia ainda outras diferenças na disposição geral entre as duas subclasses, a maior parte eram desenvolvimentos em função da experiência adquirida com o emprego dos navios da classe original. Muitas dessas melhorias também foram introduzidas nos navios da classe original, na medida em que esses passavam por reformas ao curso da segunda metade da guerra. Do total de Flowers encomendadas, 70 originais e 34 modificadas, foram feitas no Canadá, sendo que estas geralmente tinham diferenças no arranjo geral em relação as equivalentes inglesas.

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HMCS Agassiz (K129)

Originalmente as Flowers foram armadas com um canhão de 4 polegadas na proa, lançadores carregando 40 cargas de profundidade na popa, um guincho de varredura de minas e um canhão “Pom-Pom” de 40mm em um suporte sobre a casa das maquinas.  Devido a escassez, eventualmente um par de metralhadoras Lewis era montado no lugar do Pom-Pom. Mesmo que isso deixasse os barcos mais vulneráveis a ataques aéreos, não chegava a ser um problema nas escoltas de comboios na travessia do Atlântico Norte onde dificilmente eram encontrados aviões da Luftwaffe. Embarcações que operavam no Mar do Norte e no Mediterrâneo geralmente tinham seu armamento anti-aéreo reforçado. Os barcos eram ainda equipados originalmente com sonares ASDIC, posteriormente foram incorporando as novas invenções como o HF/DF (Huff-Duff) e vários sistemas de radar. Inicialmente se planejou o uso das Flowers para a defesa costeira contra submarinos, porém muito pouco precisou ser modificado nelas quando o seu uso passou a ser requerido nas escoltas de comboios através do Atlântico. Devido as diferentes condições em que elas eram operadas e a facilidade de manutenção e modificação em pequenos estaleiros locais, não havia uma configuração totalmente padronizada para as Flowers. De um modo geral cada navio era configurado individualmente com os armamentos e equipamentos disponíveis, variando conforme a situação exigisse e as condições permitissem. Lembrando ainda que os navios operados pelo Canadá e EUA geralmente eram configurados com os armamentos e equipamentos locais.

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USS Intensity (PG-93)

O fato é que os navios da Classe Flower tornaram-se o principal recurso para a proteção dos comboios no Atlântico Norte, até que destroyers e fragatas pudessem ser construídas em quantidades suficientes para suprir a demanda por escoltas. A simplicidade do desenho, que usava partes e técnicas comuns a navios mercantes, permitiu que elas pudessem ser construídas em pequenos estaleiros da Inglaterra e do Canadá. Além do que o uso de equipamentos comuns aos dos navios mercantes tornou mais fácil o aproveitamento de pessoal da reserva naval na composição de suas tripulações, pois já estavam familiarizados com os mesmos.

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Flower Modificada HMNZS Arabis (K385)

USO OPERACIONAL

Os navios da Classe Flower, tanto da Royal Navy como os da Royal Canadian Navy, foram empregues principalmente durante a Batalha do Atlantico.  Em geral as suas tripulações eram compostas por oficiais e praças vindos da Royal Naval Reserve e Royal Navy Volunteer Reserve e os seus comandantes era originários da Marinha Mercante. As condições de operação no Atlântico Norte eram bastante monótonas e desconfortáveis, com o navio sendo constantemente sacudido e inundado pelo mar revolto. Num encontro com submarinos inimigos, a tática usual era ir diretamente ao encontro do submarino para forçá-lo a submergir e com isso reduzir-lhe a velocidade, para em seguida tentar atingi-lo com cargas de profundidade. Devido a pouca velocidade, as Flowers levariam desvantagem ao perseguir um submarino na superfície, ao passo que submersos sua velocidade caia de 17 para 8 nós. Depois do combate, as Flowers geralmente ainda tinham uma grande dificuldade de alcançar novamente o comboio em fuga.

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HMS Azalea (K25)

Quando a Kriegsmarine adotou a tática Wolfpack de ataques simultâneos de vários submarinos aos comboios, o trabalho das Flowers tornou-se muito mais difícil, com os U-Boots muitas vezes levando vantagem sobre essas, mas mesmo assim a sua participação era indispensável para se evitar maiores perdas. O sucesso das Flowers deve ser considerado muito mais em função das Tonelagens protegidas do que do número de submarinos afundados, pois muitas vezes eram obrigadas a abandonar a perseguição a um submarino, para retornar rapidamente ao comboio e repelir o ataque de outro.

No total 36 Flowers foram perdidas em ação durante a Segunda Guerra, 31 por ação inimiga e as demais devido a colisões com navios mercantes ou vasos de guerra aliados. São creditados a elas a participação no afundamento de 47 submarinos alemães e 4 italianos.

A construção da Flowers foi suspensa antes do final da guerra para que os estaleiros se concentrassem nas classes de fragatas River e de corvetas Castle que as sucederam. De qualquer forma as Flowers representaram a metade dos navios de escolta Aliados que operaram no Atlântico Norte durante a Segunda Guerra.

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HMS Jonquil (K68)

Logo após o início da Guerra, a Marinha Francesa encomendou 18 Flowers, sendo 12 a estaleiros ingleses e 6 a estaleiros franceses. Das feitas na Inglaterra, com exceção de uma que foi transferida em 1940 para Marinha Francesa Livre, as demais foram incorporadas a Royal Navy logo após o armistício da França. No entanto das encomendadas na França, 4 estavam em construção quando do armistício, das quais 3 foram completadas e incorporadas a Kriegsmarine entre 1943 e 1944 com a designação PA-1, PA-2 e PA-3. Elas foram empregues como um misto de barcos patrulha e escolta, sendo que todas as três foram afundadas pela RAF em 1944. A quarta que seria incorporada a Kriegsmarine como PA-4, foi encontrada incompleta quando da libertação de St. Nazaire, chegando a ser lançada no final de 1944 pela Marinha Francesa Livre com o nome de La Telindiére, para ser logo em seguida afundada como bloqueio naval.

A HMS ANCHUSA

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HMS Anchusa (K186)

A HMS Anchusa foi lançada em 1940, originalmente como parte da encomenda feita pela França antes da capitulação. Construída pelo estaleiro Harland & Wolf de Belfast, foi uma das 34 Flowers que foram construídas na Irlanda do Norte. Foi incorporado a ela uma série de melhorias em relação as Flowers construídas anteriormente, o que a dotou de uma melhor condição de desempenho na escolta dos comboios. Com uma tripulação de 96 homens, cerca de 1.000 toneladas e 205 pés de comprimento, ela teve o seu castelo de proa aumentado de forma a melhorar a sua navegabilidade em alto-mar. Outras modificações incluíram o uso do radar Type 271 (considerado o melhor entre os modelos aliados), o sistema de busca HF/DF (Huff-Duff) e o sonar ASDIC. Foi equipada ainda com um canhão de proa BL MK IX de 4 polegadas,  um Pom-Pom de 40mm em uma plataforma sobre a casa das máquinas, um par de metralhadoras Lewis nas laterais da ponte (que posteriormente foram substituídos por seis canhões de 20 mm montados em suportes individuais), 70 cargas de profundidade e posteriormente o morteiro anti-submarino Hedgehog que lançava cargas de profundidade de explosão por contato em submarinos que estavam a uma certa distância do barco. Sua atuação durante a guerra foi principalmente na área do Canal da Mancha e no Atlântico Norte. Após a guerra ela foi convertida em navio mercante, sendo renomeada Silverlord em 1949 e novamente Sir Edgar em 1954. Em 18 de janeiro de 1960 ela afundou em águas rasas, sendo posteriormente resgatada para ser desmanchada nas Ilhas Mauritius.

O KIT

O kit é composto por cerca de 190 peças dispostas em três galhos injetados em plástico cinza médio. A injeção é de boa qualidade, e evoluiu bastante, perdendo a aparência de short run que era comum aos modelos anteriores da marca, porém ocorrendo ainda um certo excesso de rebarbas em algumas áreas. Houve também um empenamento do galho principal que danificou algumas das peças menores, não sei se foi devido a uma falha de projeto do galho ou se foi algum erro de manuseio na pressa de colocar essa primeira leva do kit no mercado.

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No primeiro galho encontramos as duas metades do casco, o convés da proa, um conjunto de botes salva-vidas, a base expositora, o canhão da proa, leme, hélice e elementos diversos da superestrutura. Observa-se aqui uma grande evolução da Mirage no tocante a moldagem de peças menores e delicadas, a qualidade dos detalhes e a finura das peças não fica nada a dever aos kits atuais de navios da Trumpeter, Tamiya, Fujimi, Aoshima ou Hasegawa, ficando apenas ligeiramente atrás dos da Dragon.O tratamento das superfícies externas do casco está excelente com um realce bastante adequado ao chapeamento do mesmo. As únicas observações são a presença de duas marcas de injeção na face interna das metades do casco que estão posicionadas num local que prejudica a montagem do convés de popa, necessitando serem removidas. Como também a ausência de uma demarcação interna da linha d’água que permita a remoção do fundo do casco para os que preferirem uma montagem do tipo waterline.

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No segundo galho estão o convés da popa, o passadiço sobre a casa das máquinas, elementos da ponte, cargas de profundidade adicionais, guindastes e outros elementos a serem montados na superestrutura. A parte, o excesso de rebarba no convés da popa, nas peças como um todo, encontra-se a mesma qualidade da moldagem vista no primeiro galho.

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Finalmente no terceiro galho são fornecidos, a chaminé, mais alguns elementos da ponte, lançadores de cargas de profundidade, K-guns, mastro de proas, a metralhadora Lewis e o restante dos elementos da superestrutura. Aqui novamente a Mirage demonstrou um excelente trabalho na moldagem e injeção de peças delicadas e finas, principalmente nos elementos do mastro. A única crítica que tem sido feita as peças plásticas, é a metralhadora Lewis que deixa um pouco a desejar e que provavelmente encontrará em breve alguma reposição entre os lançamentos futuros de aftermarkets. De resto o nível dos detalhes é excelente.

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A folha de decalques é razoavelmente bem impressa e o filme é bastante fino. A White Ensign está aceitável para escala, embora no meu exemplar tenha vindo um ponto vermelho em uma das metades dela. Porém a grande falha do decalque está na cor com que os números do casco foram impressas. De acordo com a própria folha de instruções do kit, esses números deveriam ser “duck egg Green”, no entanto eles foram impressos em branco.

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O folheto de instruções é dividido em duas folhas, estando ambas impressas em papel de excelente qualidade. A primeira é impressa em cores e traz na página frontal o histórico, os dados técnicos da Anchusa e algumas informações gerais sobre o preparo, montagem e pintura do kit. Estando todos os textos do folheto em Polonês e Inglês. No outro lado da folha traz um desenho do esquema de pintura de uma maneira semelhante a das instruções da Hobby-Boss e Trumpeter. A única diferença é que nesse diagrama da Mirage há um texto de apoio dando informações gerais sobre a camuflagem e as cores de determinados detalhes. Porém aqui deve-se levar em consideração que as cores da camuflagem apontadas no texto, “Mountbatten Pink” e “MS2” são consideradas pelos estudiosos do assunto como sendo apenas uma especulação. O fato que as fotos conhecidas da Anchusa são muito claras e apesar de ser possível identificar a presença de um padrão de camuflagem nelas, não há nada que nos permita saber se as cores usadas foram as indicadas acima. Não havendo também nenhuma outra informação disponível, que confirme que essas cores tenham sido usadas de fato nela. Outro detalhe observado é que as instruções trazem apenas os nomes das cores, não havendo nenhuma tabela de equivalência com as marcas de tintas existentes no mercado ou com outro padrão qualquer como o Federal Standard.

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Na segunda folha, impressa em tons de cinza, estão os diagramas de montagem divididos em 29 etapas. Embora não haja textos de apoio, os desenhos me parecem ser bastante compreensíveis, não devendo trazer maiores transtornos durante a montagem. Ainda ao final do folheto, ha um importante diagrama mostrando o “rigging” do navio. A comparação deste com as fotos conhecidas da Anchusa demonstram que ele está razoavelmente coerente com o que se consegue ver nelas. Essa é uma informação que muitos fabricantes de kits de navios têm negligenciado, ou quando a trazem, não são nada confiáveis. Cabe ainda observar que possivelmente muitas das peças dos galhos não serão usadas nessa montagem pois eventualmente serão usadas em outras versões futuras das Flowers a serem lançadas pela Mirage.

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Esse lançamento quase coincide com o do rebox “Platinun Edition” pela Revell da antiga Flower 1/72 da Matchbox. Porém essa é uma atraente alternativa a ela para aqueles que não dispõem de quase um metro de área livre para alojar um kit de navio. O kit depois de montado fica com cerca de 18 cm, o que é mais ou menos o comprimento de um U-Boot Type VII na mesma escala. Porém por ser bem mais alta e mais larga, forma um visual bem mais perceptível sem tomar um espaço excessivo. Sem dúvida alguma essa foi uma excelente adição a escala 1/350 dado as inúmeras alternativas que ela traz, tanto com  relação as possibilidades de montagens isoladas como também na composição de dioramas. O kit é considerado bastante correto tanto com relação as dimensões como também quanto ao detalhamento, sendo necessário adicionar a ele apenas um conjunto de photo-etches para deixá-lo com uma aparência mais realista. Sendo, portanto, uma representação bastante realista para a escala de uma Flower da classe original. Devido as suas qualidades, possibilidades e baixo custo (cerca de 13.00 dólares na Polônia), ele tem sido um grande sucesso, esgotando-se rapidamente quando chega as lojas, uma vez que  muitos modelistas tem demonstrado interesse em ter mais de um na coleção. Acredita-se que muito em breve também estarão disponíveis aftermarkets para ele, como photo-etches, partes em resina, partes em metal e decalques. A Mirage também lançou simultaneamente a HMS Anchusa, o kit da HMS Zinnia, que é uma outra Flower ligeiramente diferente dessa. E a julgar com o que a Mirage tem feito com outros de seus  de kits de embarcações, é bem possível que ela venha a lançar outras Flowers no futuro. 

No momento a White Ensign já está oferecendo em Pre-Order o set WEM 1/350 Flower Class Corvette (PE35171), para os kits das Flowers da Mirage.

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CONCLUSÕES

 

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A parte o problema com o decalque e as dúvidas quanto ao esquema de pintura proposto, o kit é extremamente recomendável, dado as suas qualidades e as alternativas de montagem que ele pode proporcionar, tudo isso a um custo de aquisição muito baixo. 

REFERENCIAS

http://en.wikipedia.org/wiki/Flower-class_corvette

 

 

 
 
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