IJN Mikuma - Eduard #53166 & #53167 1/350
Escrito por Ricardo P-40   
Qua, 03 de Agosto de 2016 10:29

 

alt

IJN Mikuma – For Tamiya kit

EDUARD #53166 (IJN Mikuma Railings) e #53167 (IJN Mikuma Superstructure) – 1/350

 

A Classe Mogami de Cruzadores Leves/Pesados

A Classe Mogami (最上型), foi uma classe de quatro cruzadores da Marinha Imperial Japonesa (Mogami, Mikuma, Suzuya e Kumano), construída nos anos 30. Esta foi inicialmente classificada como sendo uma classe de Cruzadores Leves devido as restrições de peso e armamento impostas pelo Segundo Tratado Naval de Londres. Com a saída do Japão do tratado no final dos anos 30, todos os quatro navios foram rearmados com canhões de maior calibre e sofreram outras modificações, sendo então reclassificados como Cruzadores Pesados. Os quatro navios participaram da Segunda Guerra Mundial, tendo sido todos eles perdidos em ação.

alt alt alt alt

A Classe foi fruto do Programa de Reposição da Frota de 1931 e foi diretamente influenciada pela conclusão do Estado Maior da Marinha Imperial Japonesa de que esta estava deficiente quanto ao número de cruzadores em serviço. Por essa razão os japoneses decidiram construir o máximo de cruzadores permitido pelo Tratado Naval de Washington, em vigor na época. Decidiu-se equipar inicialmente seus navios com canhões de 155mm (6.1 pol) dispostos em 5 torres triplas. Estes tinham como vantagem a capacidade de serem elevados a 55º, o que permitia seu uso também como canhões antiaéreos. Os navios também foram equipados com torres de múltiplos tubos lança torpedos recarregáveis, o que na época era uma exclusividade tecnológica da Marinha Imperial Japonesa. Para tentar reduzir o peso e melhorar a estabilidade transversal, foi montada uma superestrutura mais baixa e mais compacta na qual foi usada solda elétrica em lugar de rebites e em alguns locais foi usado o alumínio.

Porém, mesmo com todas essas medidas, foi necessário declarar o peso final como sendo de 8.500 toneladas para poder ficar nos limites do tratado, quando na verdade este era de 9.500 toneladas. Ainda assim, com todas essas medidas para aliviar o peso da superestrutura, esta ainda era muito pesada, causando uma certa instabilidade. Além do mais, foi observado durante os testes de artilharia que os disparos consecutivos dos canhões principais faziam as soldas desta racharem.

Com a saída do Japão do Segundo Tratado Naval de Londres, novos planos foram feitos para modernizar e expandir toda a frota. No início de 1939, toda a classe foi submetida a uma substancial modificação, substituindo-se os canhões triplos de 155mm (6 polegadas) por canhões duplos de 203mm (8 polegadas). Essa modificação já estava prevista desde o projeto inicial, uma vez que as suas barbetas foram projetadas de forma poder abrigar torres triplas ou torres duplas de um calibre maior. Bolhas anti-torpedos também foram adicionadas ao casco de todos os navios, aumentando o seu deslocamento e consequentemente reduzindo um pouco a sua velocidade.

alt

 Devido a censura de guerra japonesa, fotos nítidas dos navios dessa classe configurados como Cruzador Pesado são muito raras, porém essas fotos da proa do Kumano e do Mogami mostram a principal diferença entre as duas configurações no número de canhões nas torres principais.

Durante a Segunda Guerra os quatro navios participaram da invasão das Índias Orientais Holandesas, o Mogami e o Mikuma estavam presentes na Batalha do Estreito de Sunda e contribuíram para o afundamento dos cruzadores HMAS Perth e USS Houston. Em junho de 1942 os quatro participaram da Batalha de Midway, onde o Mogami e o Mikuma colidiram entre sí enquanto evitavam um ataque de torpedos, o Mikuma acabou sendo afundado em 6 de junho de 1942 durante um ataque combinado de aviões do USS Enterprise e do USS Hornet. O Mogami seriamente danificado conseguiu retornar ao Japão, onde permaneceu 10 meses no estaleiro, durante esse período as duas torres da popa foram removidas e um deck de voo instalado em seu lugar de forma poder operar 11 aviões de reconhecimento. 

 

alt alt alt

Em outubro de 1944 os três sobreviventes foram reunidos na Batalha do Golfo de Leyte, onde o Mogami foi seriamente danificado por uma colisão com o cruzador Nachi, pelo fogo de cruzadores americanos e ataques aéreos, tendo sido abandonado e afundado pelo destroyer Akebono.  Após sofrer sérios danos o Kumano se retirou para a Baia de Manila onde sofreu reparos de emergência. Ao participar de um comboio em 6 de novembro foi novamente danificado e rebocado para a Baia Dasol. Finalmente em 25 de novembro, ao ser reparado em Santa Cruz, na Ilha de Luzon, foi atacado e afundado por aviões do USS Ticonderoga.  Durante a Batalha de Samar, em 25 de outubro, o Suzuya foi atacado por aviões lançados de três porta aviões de escolta e foi fatalmente avariado, tendo que ser abandonado e afundado pelo destroyer Okinami.

De um modo geral a Classe Mogami é considerada como sendo um erro de projeto. Foi construída da forma mais leve possível para se enquadrar nas limitações do Tratado de Washington apesar do tamanho avantajado dos seus navios, o que fez com que estes ficassem muito frágeis. Por outro lado, o excesso de peso na superestrutura devido a grande quantidade de equipamentos montado em cima de um casco estreito, os tornou muito instáveis. Mesmo a sua reconstrução como cruzadores pesados não foi capaz de corrigir todos os problemas apresentados. Apesar disto estes serviram com bastante distinção durante a Segunda Guerra Mundial, sendo que as suas perdas foram muito mais devidas as deficiências na cobertura aérea que a Marinha Imperial Japonesa sofria ao final do conflito, do que as suas falhas de concepção.  

 

O Cruzador Mikuma

O Mikuma (三隈 Mikuma) foi o segundo navio da Classe Mogami construído, o seu nome foi retirado do rio Mikuma em Oita, Japão. O Mikuma foi completado no estaleiro Mitsubishi em Nagasaki em 1935. No início de 1939, tal como os outros navios da classe, o Mikuma foi substancialmente reconstruído, com a troca dos canhões triplos de 6 polegadas pelos duplos de 8 polegadas nas torres principais e a adição das bolhas anti-torpedos.

 

alt alt

O Mikuma participou da ocupação da Conchinchina (Indochina Francesa), após o acordo com o governo francês de Vichi em julho de 1941 que permitiu o uso pelos japoneses das bases aéreas e portos naquele país, passando o Mikuma a operar a partir de Hainan. Quando do ataque a Pearl Harbor o Mikuma foi designado para cobrir a invasão da Malasia como parte da Sétima Divisão de Cruzadores. Esta era subordinada a Primeira Frota Expedicionária do Sul sob o comando do Vice Almirante Jisaburo Ozawa, tendo como missão o suporte as forças de desembarque japonesas em Singora, Pattani e Kota Bharu.

Em dezembro de 1941 o Mikuma junto com o Mogami participaram da invasão da parte britânica de Borneo, cobrindo os desembarques em Miri e Kuching. Em fevereiro de 1942 o Mikuma cobriu também os desembarques em Sumatra e Java. A 10 de fevereiro o Mikuma e o Cruzador Chokai foram atacados pelo submarino americano USS Searaven, porém os quatro torpedos lançados se perderam.

Em 28 de fevereiro o Mikuma acompanhado do Mogami, do Cruzador Leve Natori e seis destroyers, engajaram os cruzadores USS Houston e HMAS Perth com canhões e torpedos, logo após os navios aliados terem atacado transportes japoneses no Estreito de Sunda. O Houston atingiu o Mikuma desabilitando seu sistema elétrico, que foi rapidamente reparado. Durante o confronto o Mikuma perdeu seis tripulantes e onze outros ficaram feridos, o Perth e o Houston foram afundados, assim como o transporte japonês Ryujo Maru, no incidente que ficou conhecido como a Batalha do Estreito de Sunda.

Em março o Mikuma junto com a Sétima Divisão de Cruzadores foram baseados em Singapura para cobrir os desembarques japoneses na Sumatra e a captura das ilhas Andaman. No início de abril a Sétima Divisão de Cruzadores se juntou a Quarta para participarem dos ataques no Oceano Indico. Nessa ação o Mikuma, o Mogami e o destroyer Amagiri cobriram a área ao sul a procura de navios mercantes na Baia de Bengala, ao final da mesma o grupo reinvindicou o afundamento de 3 navios totalizando cerca de 20.000 toneladas. No final de abril a Sétima Divisão retornou a Kure no Japão e o Mikuma foi para o estaleiro para reparos e atualização do equipamento.

Em 26 de maio a Sétima Divisão chegou a Guam para dar apoio ao grupo de transporte designado para a invasão de Midway, em 5 de junho o Almirante Yamamoto ordenou aos cruzadores da Sétima Divisão bombardearem Midway em preparação para o desembarque. Os cruzadores da Sétima Divisão estavam a cerca de  410 milhas da ilha quando receberam a ordem de partir, elevaram a sua velocidade a 35 nós para reduzir rapidamente a distância, porém o mar estava agitado e os destroyers não conseguiram acompanha-los. Ás 9:20 da noite a ordem de ataque foi cancelada pelo Comando da Frota, porém devido a um engano essa contra ordem só foi recebida pela Sétima Divisão as 2:20 da madrugada do dia seguinte, quando já estava a 50 milhas de Midway. Isso colocou os navios da Sétima Divisão ao alcance do submarino americano USS Tambor, que foi localizado pelo Kumano. Então o Kumano sinalizou ao resto da Divisão uma virada de 45º a estibordo para evitar possíveis  ataques de torpedos, sendo seguido corretamente na manobra pelo Suzuya. Porém o Mikuma, que vinha em seguida, virou erroneamente a 90º, sendo atingido a bombordo logo abaixo da ponte pelo Mogami, que vinha logo atrás dele realizando a virada correta de 45º. Na colisão, a proa do Mogami ficou seriamente avariada e houve ruptura dos tanques de bombordo do Mikuma, fazendo-o perder óleo. Foi então ordenado aos destroyers Arashio e Asashio para permanecerem junto ao Mikuma e o Mogami fazendo-lhes escolta. As 5:34 oito bombardeiros B-17 vindo de Midway atacaram os navios em retirada sem atingi-los, ás 8:05 seis SBD Dauntless e seis Vought Vindicators, também vindos de Midway, realizaram novo ataque igualmente sem sucesso.

 

alt alt

No dia seguinte, 6 de junho de 1942, o Mikuma e o Mogami seguiam em direção a ilha Wake quando foram atacados por três levas de bombardeiros de mergulho SBD Dauntless, compostas por 31 aviões dos Porta Aviões USS Enterprise e USS Hornet. O Arashio e o Asashio foram atingidos por uma bomba cada um, o Mogami recebeu seis bombas e o Mikuma cinco, atingindo-o no castelo de proa, na área da ponte e a meia nau, vindo este a incendiar-se. O dano no castelo de proa pôs os canhões dianteiros fora de ação, o da área da ponte fez explodir a munição dos canhões anti-aéreos próximos a esta, causando sérios danos a ponte e a tripulação. Porém o pior dano ocorreu a meia nau onde vários torpedos que estavam a bordo explodiram, destruindo o navio por completo, o Mikuma adernou a bombordo e afundou. O Asashio ainda conseguiu resgatar o Capitão Sakiyama seriamente ferido, porém este veio a morrer 4 dias depois a bordo do Suzuya. O Mogami, o Asashio e o Arashio ainda conseguiram resgatar 240 sobreviventes, porém 650 tripulantes se perderam junto com o navio. Três dias depois o submarino USS Trout ainda resgatou mais dois sobreviventes do Mikuma, que foram levados para Pearl Harbor como prisioneiros de guerra.

 

O Mikuma da Tamiya 1/350 

  alt

Esse kit da Tamiya foi lançado em 2009 e é parte da geração mais nova de kits de navios do fabricante na escala 1/350, já incorporando este a maioria das melhorias presentes nos kits mais atuais existentes no mercado. A qualidade da moldagem, o nível do detalhamento e a precisão na representação do objeto real são excelentes, sendo muito superior ao dos kits de navios da Tamiya lançados nos anos 70, e que até hoje ainda são considerados bons, mesmo pelos padrões atuais. Isso deixa esse Mikuma no mesmo patamar, e em alguns aspectos até mesmo acima, do que pode ser visto nos kits de navios japoneses da Hasegawa, Fujimi ou Aoshima de concepção igualmente recente. Sem dúvida alguma é uma excelente adição para os que se dedicam a montar navios japoneses da Segunda Guerra Mundial, ou mesmo para aqueles que apenas desejam ter uma maquete de um navio de linhas bem elegantes na estante.

A Tamiya, mantendo a sua tendência de aproveitar o molde base para lançar mais de um kit da mesma classe ou o mesmo navio em épocas e configurações diferentes, lançou em um intervalo curto de tempo os três kits a seguir: O  Mikuma (#78022) na configuração de cruzador leve usada pelos navios da Classe Mogami até o início de 1939; o Mogami (#78023) na configuração de Cruzador Pesado usada de 1939 até agosto de 1942; e finalmente o Mogami (#78021) na configuração de Cruzador-Porta Aviões que ele usou de abril de 1943 até outubro de 1944.

Embora os sets da Eduard que serão aqui apresentados sejam específicos para o kit do Mikuma, a maioria de suas partes poderá ser aproveitada no kit do Mogami Cruzador Pesado, já que basicamente a maior diferença entre os dois kits é apenas as torres dos canhões principais. Eventualmente, algumas partes desses sets poderão também ser aproveitadas na versão Cruzador-Porta Aviões do Mogami. De qualquer forma, conforme veremos a seguir, a combinação do kit do Mikuma com esses dois sets da Eduard, resultará numa representação bem aproximada do navio, restando apenas o trabalho de pintura e desgaste para se atingir o resultado final desejado. 

  

O Conjunto EDUARD #53166 IJN Mikuma Railings 1/350 – For Tamiya kit

 alt

Esse conjunto de  fotogravados da Eduard para o Mikuma é composto não só pelas amuradas, como também de outros detalhes a serem aplicados no deck principal e em partes da superestrutura. O fotogravado é de boa qualidade, com espessura adequada para representar com fidelidade os detalhes mais finos e permitir as dobraduras, sem ser flexível demais para amassar com facilidade em locais inadequados durante o processo.    

alt

Além das amuradas que percorrem toda aborda do convés e alguns locais da superestrutura, encontramos no fotogravado o detalhamento dos botes salva vidas, os carretéis para os rolos de cabos, as roldanas dos turcos, as correntes das âncoras, o guindaste do castelo de proa, boias, escotilhas, portas estanque, as cabines e outros detalhes das lanchas, carrinhos e suportes dos hidroaviões e outros detalhes menores a serem adicionados ou substituídos no convés e superestrutura.

alt alt alt alt

Para baixar o folheto de instrução acima diretamente da página da Eduard, basta clicar aqui.

O folheto de instruções é impresso em cores sobre papel de boa qualidade e segue o padrão geral das instruções da Eduard. Ele traz inicialmente o diagrama geral do conjunto, seguido das instruções de montagem propriamente ditas. Estas são apresentadas em forma de diagramas de fácil compreensão que indicam as dobraduras e as montagens dos subconjuntos, assim como também o posicionamento das partes sobre as superfícies do kit. Deve-se observar que determinadas áreas deverão ser removidas, conforme as indicações em vermelho, para a aplicação dos fotogravados, assim como em determinados conjuntos, deverão ser adicionados tubos de plástico com as espessuras indicadas.   Tudo é mostrado de forma bastante clara e de acompanhamento de fácil compreensão.

Esse primeiro conjunto fotogravados já é uma grande adição ao modelo que irá melhorar sensivelmente a sua aparência final. Porém cabe lembrar que o mesmo foi concebido para atuar simultaneamente com o conjunto 53167, conforme será mostrado mais adiante.

As imagens a seguir foram retiradas da página da própria Eduard e dão uma boa ideia do efeito que esse conjunto causará sobre o modelo:

alt alt alt alt

 

alt alt alt

 

O Conjunto EDUARD #53167 IJN Mikuma Superstructure 1/350 – For Tamiya kit

alt

O segundo conjunto de  fotogravados da Eduard para o Mikuma, é dedicado as partes que comtemplam principalmente os detalhes da superestrutura que não estão presentes no primeiro conjunto. 

alt

As principais partes contidas nesse fotogravado, são: O conjunto do guindaste principal, as grelhas das chaminés, escadas e outros detalhes das chaminés, escada e detalhamento do mastro principal, escadas de interligação entre os deques, mais algumas escotilhas e portas estanque, piso e outros detalhes das posições de antiaéreas nas laterais das chaminés, grades dos exautores da superestrutura, suporte e base dos holofotes ao redor das chaminés, as catapultas dos hidroaviões, suportes das antiaéreas duplas de 25mm, detalhamento das torres dos canhões principais e secundários e uma infinidade de outros detalhes menores a serem aplicados na superestrutura do navio. O nível dos detalhes é excelente e estes são finamente executados. Lembrando que muitas das estruturas substituídas pelo set eram na realidade feitas de metal estampado, de forma que só fotogravados poderiam representa-las adequadamente. 

alt alt alt alt

Para baixar o folheto de instrução acima diretamente da página da Eduard, basta clicar aqui.

O folheto de instruções segue os mesmos critérios usados no do conjunto anterior, não havendo maiores dificuldades na sua compreensão, apesar da complexidade de alguns dos conjuntos a serem montados. Cabe ressaltar que este indica uma grande quantidade de detalhes originais do kit que deverão ser removidos para aplicação dos fotogravados. Alguns destes ficam em locais que exigirão cuidado redobrado na remoção para não atingir outros detalhes ao redor que deverão permanecer no kit.

Este conjunto é essencial como complemento ao anterior para obter-se um resultado com a aparência bem realista. As fotos abaixo são da própria Eduard e demonstram com clareza o quanto esses dois conjuntos aplicados ao kit enriquecerão a sua aparência final.   

alt alt alt alt
alt alt alt alt
alt alt alt alt
alt alt

Infelizmente existem poucas fotos nítidas dos navios dessa classe que possam auxiliar como referência dos detalhes na hora da montagem do kit e aplicação dos fotogravados. Porém, muitos dos equipamentos usados a bordo desses navios eram padronizados na Marinha Imperial Japonesa e podem eventualmente ser vistos em fotos de outros navios japoneses do mesmo período. Algumas publicações específicas também trazem desenhos e diagramas que podem ser de alguma valia na hora de elucidar certas dúvidas.   

Em virtude do tamanho do kit e da quantidade de detalhes representados tanto no mesmo, quanto nos fotogravados, a montagem será um tanto complexa, exigindo do modelista alguma experiência no manuseio, dobradura e colagem de fotogravados. É importante também estudar com cautela a sequência de montagem e pintura de cada etapa, pois em navios complexos assim, as vezes uma sequência mal planejada pode complicar a montagem ou pintura de determinadas partes.

Apenas relembrando o que foi dito anteriormente, que na ausência no momento atual de conjuntos específicos desenvolvidos pela Eduard para os dois kits do Mogami, partes desses dois conjuntos poderão ser aproveitadas nos mesmos. Mais na versão Cruzador Pesado do que na versão como Cruzador Porta Aviões. Porém deve se ter em mente que os detalhes das torres principais foram desenhados para as torres triplas de canhões de 6 polegadas usadas na versão Cruzador Leve representada pelo kit do Mikuma e que nos dois kits do Mogami  foram representadas as torres duplas de 8 polegadas que eram bem diferentes das primeiras, portanto os detalhes das torres dos sets não servirão para elas. De resto, o kit do Mogami Cruzador Pesado é bem semelhante ao kit do Mikuma e o Cruzador Porta Aviões também tem alguma semelhança com este da meia nau para a proa.

Em resumo, ambos os conjuntos são totalmente recomendáveis para aqueles que desejam dar um aspecto mais profissional e realista a um kit que já excelente por si só, de um dos mais belos navios da Segunda Guerra Mundial.

Agradecemos a Eduard pelos dois conjuntos fornecidos para a elaboração deste Review.

alt

 
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Clique nos links para ir a pagina.

Notícias e Reviews Anteriores

Ultimas do Forum